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domingo, 10 de abril de 2011

Outback foca no relacionamento para se diferenciar

Promover uma experiência única é o que propõe o Outback para manter a marca forte e conquistar os consumidores. Sustentando o pilar de Steakhouse, uma casa de carnes, e trabalhando a hospitalidade, a empresa completa 14 anos no Brasil em 2011. Com foco constante em relacionamento, o treinamento da equipe de funcionários é baseado em um contato o mais próximo possível do cliente para que ele sinta-se em casa. A rede norte-americana chegou ao país por meio de Peter Rodenbeck, empresário responsável pela vinda do McDonald’s, que estava em busca de um novo negócio.
A marca abriu sua primeira unidade no país em 1997, no Rio de Janeiro, na Barra de Tijuca, que ganhou fama como o “restaurante da casinha”. Mesmo sem contar com uma estratégia de Marketing no primeiro momento, a ideia foi bem aceita, já que o país é grande consumidor de carne. O Outback também despertou a curiosidade por ser novidade e pela decoração diferenciada. Em seguida, o trabalho da assessoria de imprensa reforçou a identidade da rede com a temática australiana.
Desde a abertura de sua primeira loja, a marca cresceu e difundiu seu conceito pelo país. Entre 2009 e 2010, a rede cresceu 20%. Hoje são 29 pontos de venda distribuídos entre Rio de Janeiro, Niterói, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Goiânia, Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Vitória. O projeto de expansão prevê ainda a ampliação da presença nos locais onde já existe e em novos mercados.

Foco no atendimento
Um dos diferenciais do Outback está na recepção e no atendimento, investindo no treinamento da equipe. O trabalho foca na experiência vivenciada nos restaurantes e quer aproximar o consumidor com tratamento olho no olho. Na hora da seleção de funcionários, a preferência é pelo jovem universitário, já que ele tem facilidade de se adequar ao perfil da rede e tem comportamento descontraído. Também é uma chance de inserir o profissional no mercado de trabalho, pois não requer experiência anterior.
A operação no Brasil conta com 3.100 funcionários, que passam por um período de adaptação antes de chegar ao ponto de venda. Entre as atividades está uma palestra com temas como coragem, empreendimento e hospitalidade, conceitos vividos no dia a dia do restaurante. Em seguida, passam por duas semanas dentro da loja em treinamento teórico sobre o cardápio e tudo o que engloba o funcionamento da rede.
Depois é a vez de uma “prova de fogo”: os familiares são convidados para um jantar no Outback e, com a casa cheia, os funcionários trabalham como se estivessem em um dia de operação normal. “A ideia é fazer com que as famílias conheçam o ambiente de trabalho onde seu filho trabalhará”, afirma Carolina Correa (foto), Gerente de Marketing da rede, em entrevista ao Mundo do Marketing.
 Diferenciais tornam a marca sólida
A soma dos investimentos em treinamento e qualidade do produto fazem com que a marca seja reconhecida com um exemplo de sucesso, que se baseia nos detalhes e no atendimento diferenciado que a rede oferece. “O atendente se ajoelha para olhar de igual para igual, tem sempre um toque de humor, o ambiente é descontraído”, diz Marcelo Cherto (foto), Presidente e fundador do Grupo Cherto, em entrevista ao Mundo do Marketing.
A mesma preocupação em estar próximo do cliente também é vista na internet. No site, o consumidor pode entrar em contato direto por meio do Fale Conosco e a marca conta com perfis em redes sociais para estreitar o relacionamento com o consumidor. “No Fale Conosco recebemos sugestões e elogios. Há também pessoas de lugares onde ainda não há uma loja que pedem para abrir uma em sua cidade”, diz Carolina. No Twitter, a rede conta com uma página para o Brasil, que realiza promoções e concursos culturais. Ainda no primeiro trimestre de 2011, a marca estará no Facebook.
O Outback também realiza ações sociais que arrecadam fundos para entidades que desenvolvam trabalhos nas comunidades em que está inserido. Uma delas é o Blooming Day, evento realizado anualmente e que reverte a renda da cebola, prato que dá nome à ação, para uma instituição. A iniciativa mostra que o restaurante quer participar ativamente daquele ambiente e está alinhada a todo o conceito que permeia rede. “Fazemos o bem e o que mais importa é que alguém será impactado por essa atitude”, explica a Gerente de Marketing.
Política No Rules dá liberdade ao cliente
Apesar da inovação estar sempre presente, a preocupação com o básico também norteia a política do Outback. A marca conquistou o mercado com cortes de carne que não eram comuns no Brasil e temperos diferenciados e fortes, chamando a atenção dos consumidores. Mas apesar de ter sua identidade refletida nos pratos, a empresa adota uma política de “No Rules”, que dá liberdade ao cliente para customizar seu pedido. “O pedido pode vir de acordo com o gosto da pessoa, com mais ou menos molho, deixamos à vontade”, diz Carolina.
Mas a marca sabe que, para inovar, é necessário garantir a qualidade dos produtos e investir em um ambiente agradável ao cliente. A loja atende a diferentes idades e necessidades, com cardápio variado e tendo como foco saciar o desejo dos consumidores, que enfrentam filas para vivenciar a experiência. “Os clientes sabem o que encontrarão, esperam por isso, desejam. Nós nos empenhamos para deixá-los à vontade e fazer com que o momento seja único”, relata Carolina.

Quais os principais métodos do SEO?

Principais métodos de SEO
Uso da palavra chave na tag Title
Texto do link recebido
Volume e qualidade de links recebidos
Idade do site
Uso da palavra chave no corpo do texto
Popularidade da página dentro do site
Relevância das páginas que linkam, em relação ao assunto
Popularidade da página entre sites que tratam do assunto
Popularidade global dos sites que linkam
Relacionamento dos sites que linkam com o assunto
Semântica
W3C = World Wide Web http://www.w3.org/
Top Level Domain (edu, gov, org, etc)
Web 2.0
Uso de robots.txt
Uso de sitemap.xml
Acompanhamento pelo Webmaster Tools
Construção de links
RSS

Erros frequentes buscando visibilidade no Google

Existem diversos fatores que prejudicam a visibilidade de websites nos mecanismos de buscas ( Google, Yahoo, etc...)
Relacionamos alguns:
1) Servidor inacessível frequentemente: Existem diversos servidores que hospedam os sites, e é muito importante observar os servidores que frequentemente estão em manutenção, ou com problemas técnicos.O Google por exemplo, arrasta a web com seus robores e ao detectar que um determinado website não está on line, classifica de forma negativa.
2) Conteúdo similar ou duplicado: É comum achar pela web, textos identicos, copias de matérias existentes em outros sites.O Google através dos seus robôs, identificam tal fato, classificando de forma negativa o website que copiou matérias anteriores já editadas na web.
3) Conteúdo escondido e camuflado: Essa técnica ainda é usada por leigos que desenvolvem sites de forma irresponsável e imatura.Essa prática tem como objetivo, ressaltar dezenas e até centenas de vezes alguma palavra-chave do negócio, porém o Google, através dos deus robôs, identificam e imediatamente desclassificam o website, muitas vezes exclusindo do cadastro global do Google.
4) Qualidade do conteúdo: O conteúdo é muito importânte para uma boa classificação nos mecanismos de buscas, textos com relevância, bem redigidos, com sentido, focado no negócio da empresa.Diversos blogs e sites usam palavras pejorativas, com intenção de agredir, induzir a práticas de sexo, drogas, etc...Lembre-se os robôs do Google sabem tudo sobre seu website, sobre seus textos, sobre seu conteúdo, e sempre dará preferência aos sites que são úteis a sociedade, as pessoas, ao ser humano.
5) Link para sites de baixa qualidade: Muitas vezes, alguns editores de blogs e sites, escrevem sobre algum assunto e no final da matéria, adicionam o link do site referido. Sites de baixa qualidade dentro do seu site, prejudicam para uma boa classificação. O Google segue aquele provérbio antigo: "me diga com quem anda, que te direi quem é"
6) Participação em esquemas de troca de links: Existem alguns sites e blogs que fazem a "troca de links", ou seja, adicionam o link do seu website e em troca pedem o mesmo. Mais uma vez os robôs do Google identificam esse tipo de tentativa para popularizar websites.Uma vez constatado essa prática, o Google pode classificar o seu site de forma negativa.
7) Título e meta tags duplicadas em muitas páginas: Para o Google, cada página é um site, porisso não podemos adicionar em todas as páginas o mesmo título e as mesmas meta tags.
8) Linguagem de construção: Existem várias linguagens para construção de websites, e um dos segredos é escolher a linguagem certa para o seu negócio. O flash, muito utilizado pelos webdesign, é uma das linguagens que não conseguem fazer seu website ter visibilidade no Google, pois os textos inseridos são imagens e os robôs do Google não conseguem "ler".
A Seo Position Net relacionou alguns ítens acima, porem existem dezenas de práticas que prejudicam a visibilidade nos mecanismos de buscas ( Google, Yahoo e outros ). A construção de um website é de extrema importância e grande responsabilidade, porisso antes de contratar uma empresa, pense nisso.
A Seo Position Net está apta a desenvolver um projeto de SEO Search Engine Optimization para a sua empresa ou negócio, revolucionando assim, o marketing tradicional, posicionando a sua marca ou produto em evidência nos mecanismos de buscas.(Google, Yahoo, e outros )

Como funciona o Google?

Ao sentar em frente ao seu computador e fazer uma pesquisa no Google, você visualiza quase que instantaneamente uma lista de resultados de toda a web. Como o Google encontra páginas que correspondem à sua consulta e determina a ordem dos resultados de pesquisa?
Em termos mais simples, a pesquisa na web é como procurar em um livro muito grande com um índice impressionante que diz exatamente onde tudo está localizado. Quando você faz uma pesquisa no Google, nossos programas verificam nosso índice para determinar os resultados de pesquisa mais relevantes que devem ser retornados ("publicados") para você.
Os três principais processos de retorno de resultados de pesquisa são:
Rastreamento
O rastreamento é o processo pelo qual o Googlebot descobre páginas novas e atualizadas para serem incluídas no índice do Google.
Nós usamos um grande conjunto de computadores para buscar (ou "rastrear") bilhões de páginas na web. O programa que faz a busca é chamado Googlebot (também conhecido como robô, bot ou spider). O Googlebot usa um processo de algoritmos: programas de computador que determinam quais sites devem ser indexados, com que frequência e quantas páginas devem ser buscadas em cada site.
O processo de rastreamento do Google começa com uma lista de URLs de páginas web, gerada a partir de processos anteriores de rastreamento e aumentada com dados dos Sitemaps fornecidos por webmasters. Conforme o Googlebot visita cada um desses sites, ele detecta os links de cada página e os inclui na sua lista de páginas a serem rastreadas. Novos sites, alterações em sites existentes e links inativos serão detectados e usados para atualizar o índice do Google.
O Google não aceita pagamento para rastrear um site com mais frequência e mantemos a área de pesquisa de nossos negócios separada dos nossos serviços geradores de receita do AdWords.
Indexação
O Googlebot processa cada uma das páginas que ele rastreia para compilar um imenso índice com todas as palavras encontradas e sua localização em cada página. Além disso, processamos informações incluídas nos principais atributos e tags de conteúdo, como tags Title e atributos ALT. O Googlebot pode processar muitos tipos de conteúdo, mas não todos. Por exemplo, não podemos processar o conteúdo de alguns arquivos de mídia elaborada ou páginas dinâmicas.
Publicação de resultados
Quando um usuário insere uma consulta, nossas máquinas pesquisam o índice de páginas correspondentes e retornam os resultados que acreditamos ser os mais relevantes para os usuários. A relevância é determinada por mais de 200 fatores, entre eles o PageRank para uma determinada página. O PageRank é a medida da importância de uma página com base nos links de entrada de outras páginas. Em termos mais simples, cada link para uma página em seu site a partir de outro site adiciona um PageRank ao seu site. Nem todos os links são iguais: o Google trabalha com afinco para melhorar a experiência do usuário, identificando links de spam e outras práticas que afetam negativamente os resultados de pesquisa. Os melhores tipos de links são aqueles retornados com base na qualidade do seu conteúdo.
Para que o seu site seja bem classificado nas páginas de resultados de pesquisa, é importante verificar se o Google pode rastrear e indexar o seu site corretamente. Nossas Diretrizes para webmasters destacam algumas das melhores práticas que podem ajudar você a evitar as armadilhas comuns e melhorar a classificação do seu site.
Os recursos do Google Pesquisas relacionadas, Sugestões de ortografia e Google Suggest foram desenvolvidos para ajudar os usuários a economizar tempo exibindo termos relacionados, erros de digitação comuns e consultas populares. Como os nossos resultados de pesquisa do google.com.br, as palavras-chave usadas por esses recursos são geradas automaticamente por nossos rastreadores da web e algoritmos de pesquisa. Exibimos essas sugestões apenas quando achamos que podem economizar o tempo do usuário. Se um site estiver bem classificado para uma palavra-chave, é porque determinamos com base em algoritmos que seu conteúdo é mais relevante para a consulta do usuário.
https://www.google.com.br

Internet no Brasil chega a 64,5 milhões de pessoas

Internet influencia compra de metade dos 64,5 milhões de internautas brasileiros Pesquisa F/Radar aponta que 48% dos internautas levam em consideração a opinião de seus pares publicada na Internet antes de comprar produto o serviço.
A terceira edição do levantamento sobre Internet no Brasil, realizado pela F/Nazca com o apoio operacional do Datafolha, apontou que uma fatia cada vez mais abrangente dos brasileiros usa a rede mundial de computadores como plataforma ativa de consumo.
Dos 64,5 milhões de internautas com mais de 16 anos identificados pela pesquisa, 55% já incluíram algum conteúdo na rede, 51% citam a busca de informação como principal motivo da navegação e 48% levam em consideração a opinião de seus pares publicada na Internet, antes de efetuar uma compra. Além disso, 26% deles já publicaram opinião e 20% fizeram reclamação on-line sobre algum produto ou serviço.
O estudo apontou ainda que o ativismo do consumidor com acesso à Internet aumenta, quanto maior for a renda e a escolaridade. Entre os internautas com ensino superior completo, por exemplo, 45% já publicaram opinião sobre produto ou serviço. Os dados ganham ainda mais relevância quando se leva em consideração o fato de que a assiduidade é um dos pontos mais marcantes do perfil de navegação no Brasil: 87% dos internautas entram na rede pelo menos uma vez por semana e 38% o faz todos os dias.
Segundo Fernand Alphen, diretor nacional de planejamento da F/Nazca, esses dados confirmam a tendência irreversível do consumo colaborativo no País. “O famoso boca-a-boca não tem mais limite geográfico. A nossa pesquisa demonstra que o consumidor está se conscientizando cada vez mais do seu poder e utilizando de maneira ativa e inteligente os recursos disponíveis na rede”.
A F/Nazca realiza a pesquisa sobre Internet no Brasil semestralmente. No levantamento de agosto, foram feitas 3.003 entrevistas distribuídas em 172 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e nas estimativas de 2008 (Fonte: IBGE).

Dados importantes sobre internautas no Brasil

Matéria publicada no site Folha Online, no dia 07 de dezembro
Homens com idade entre 20 e 24 anos integrantes da classe B. Esse foi o grupo apontado pela 20ª edição da pesquisa Internet Pop como responsável pela maioria dos acessos à internet por meio do celular. Mais de 400 mil brasileiros utilizam o aparelho para navegar na rede.
De acordo com a pesquisa, realizada pelo IBOPE Mídia entre os dias 22 de setembro e 5 de outubro, 4% dos brasileiros que acessam a internet ainda que "de vez em quando" - equivalente a mais de 900 mil pessoas - costumam utilizar outros aparelhos, além do computador, para navegar pela rede.
Rede celular
Com 47%, os celulares tradicionais e os smartphones com tecnologia de acesso rápido foram os equipamentos mais citados pelos internautas que acessam a rede sem o uso de computador. Os homens utilizam mais o recurso que as mulheres.
Segundo o mapeamento, 45% do público que navega na internet por meio de outros aparelhos é da classe B e 12% pertence à classe A. A maioria tem até 24 anos, sendo que 9% tem idade entre 10 e 14 anos, 21% tem de 15 a 19 anos e 28% tem entre 20 e 24 anos.
A pesquisa revela ainda que o acesso à internet cresceu 9% em 2008 e que 39% dos internautas costumam freqüentar LAN houses, sendo os sites de relacionamento os mais visitados por esse público, composto, em sua maioria, por garotos e rapazes com até 19 anos.
Para a pesquisa, o IBOPE Mídia realizou mais de 15 mil entrevistas com população acima de 10 anos em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Fortaleza.

Consumidores do Brasil estao na internet

Este post é dedicado aos gestores de marketing que as vezes ficam na dúvida se o target da sua comunicação utiliza Internet
O Estado de São Paulo de hoje publicou um estudo da ONU que mostra a relevância e cobertura do meio Internet para os consumidores brasileiros.
Alguns dados da pesquisa da ONU:
* 39 milhões de usuários de Internet no Brasil
* 21% da população conectada
* Sexto país em número de usuários de Internet
A matéria também trouxe dados recentes da pesquisa periódica realizada pelo Ibope:
* 20,1 milhões de consumidores acessam a Internet de casa (aumento de 47% em 12 meses)
* Brasileiros são os consumidores com mais tempo de uso da Internet no mundo, 22 horas/mês
* Crescimento do uso de crianças e adolescentes foi de 53% no último ano
* Em homens com mais de 45 anos o crescimento foi de 50%
Muito rapidamente as verbas de marketing irão migrar para este meio por um motivo simples: Os consumidores já migraram faz tempo!